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Segunda, 26 Novembro 2012

Brasil Rural Contemporâneo 2012

Brasil Rural Contemporâneo

Foi a leitora Maria das Graças, que sabe das coisas, quem me lembrou que no último fim de semana aconteceria na Marina da Glória a edição 2012 da feira Brasil Rural Contemporâneo. Graças a ela (perdoem o inevitável trocadilho), não deixei cair no esquecimento. Sábado, amanheci lá.

Brasil Rural Contemporâneo

Fiquei impressionada com o tamanho da feira. Passei ali mais de duas horas e, certamente, não dei conta de ver tudo o que havia pra ver. Agricultores, produtores, artesãos de todos os cantos do Brasil lotavam os galpões, vendendo seus produtos. Provei muita coisa e voltei com uma bolsa cheia pra casa: desde farinha de mandioca do Vale do Juruá até embutidos do Rio Grande do Sul, passando por artesanato indígena de Rondônia, doce de leite do Mato Grosso do Sul e melado e açúcar mascavo de produtores de um assentamento no Tocantins. Evidentemente, nem tudo o que vi era de grande qualidade, mas havia muita coisa boa pra quem quisesse procurar.

Brasil Rural Contemporâneo

Brasil Rural Contemporâneo  Brasil Rural Contemporâneo

Brasil Rural Contemporâneo

 Brasil Rural Contemporâneo Brasil Rural Contemporâneo

Brasil Rural Contemporâneo

Brasil Rural Contemporâneo  Brasil Rural Contemporâneo

Brasil Rural Contemporâneo

Brasil Rural Contemporâneo  Brasil Rural Contemporâneo

 É claro que o melhor da produção artesanal brasileira a gente encontra é botando o pé na estrada, isso não se discute. Mas me parece digna de aplausos uma iniciativa como essa. Reunir num mesmo espaço tantos Brasis. O país mostrando sua cara através de cada um daqueles produtores, conscientizando as pessoas da importância da agricultura familiar.

A quem ainda não conhece o evento recomendo não perder uma próxima edição.

Comentários:
em 26-11-2012
por: Maria das Graças
Constance, que evento formidável! Eu não trouxe muita coisa. Mas não deixei de trazer cajuina do Piauí (deliciosa), comprada no boxe com o rapaz da 1ª foto. Caju passa, farinha de mandioca flocada (que já tinha provado em Belém), farinha de babaçu, embutidos e doces. Mas o melhor de tudo foi ver todos aqueles conterrâneos, gente que vive tão longe e de forma tão diferente, trabalhando, gerando renda, melhorando a vida e trazendo para nós, orgulhosos, os frutos de seu trabalho. Ganhamos nós que descobrimos um Brasil desconhecido, tão variado e rico. Não posso deixar de falar das conversas que tive com pessoas tão especiais que aproveitavam a chance e queriam contar o que fazem, como viviam e como vivem atualmente e os planos para o futuro. Uma beleza!
Dei uma olhada muito superficial no artesanato mas vi muita coisa linda, especialmente de fibra de palmeiras. Tinha uma senhora de Goiás que fazia flores e arranjos com palha de milho belíssimos.
Depois de andar cinco horas e meia só mesmo um tacacá e a bela vista da Baia de Guanabara para recuperar o folego e ir embora.
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